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“José Mourinho recebeu-me como eu se calhar nunca vou conseguir receber um estagiário”

“José Mourinho recebeu-me como eu se calhar nunca vou conseguir receber um estagiário”

Vítor Martins, ex-treinador do Torreense, que já passou também por Leixões, Académico de Viseu ou Feirense, é o convidado desta semana do podcast Final Cut, da agência Sports Tailors. Após a saída da formação de Torres Vedras, o técnico que integrou a equipa de Vítor Pereira no FC Porto como scout e analista, recordou a [...]

Vítor Martins, ex-treinador do Torreense, que já passou também por Leixões, Académico de Viseu ou Feirense, é o convidado desta semana do podcast Final Cut, da agência Sports Tailors. Após a saída da formação de Torres Vedras, o técnico que integrou a equipa de Vítor Pereira no FC Porto como scout e analista, recordou a passagem pelos azuis-e-brancos. Admirador de José Mourinho desde a passagem do Special One pelo Dragão, Vítor Martins haveria de estagiar com o agora técnico do Benfica na Roma. E conheceu o ídolo. “José Mourinho recebeu-me como eu se calhar nunca vou conseguir receber um estagiário”, confessou. Depois, falou da ligação familiar que tem a… Jorge Nuno Pinto da Costa. “Quando percebi que se podia tornar meu familiar, das primeiras coisas que fiz foi sair do FC Porto e procurar caminhos diferentes. Depois voltei”, conta. Sobre o trabalho que fazia na Invicta e o que agora se faz, tudo é diferente. “Hoje não se descobre nada no futebol, hoje escolhe-se”, explica quem se diz “nada desgastado e muito motivado” para o próximo desafio.

Hiperligação teaser: https://youtu.be/jo35Qpt9PFY

E aqui a ligação para o episódio completo, em estreia hoje às 21h30 no YouTube Sports Tailors.

Vítor Martins, treinador que iniciou esta época ao serviço do Torreense, é o convidado desta semana do Final Cut. Numa conversa descomplexada, o jovem técnico aceitou falar sobre as várias experiências da carreira. E a passagem pelo FC Porto, como scout, analista e, depois, técnico adjunto, foi especial. “A primeira função que tive no FC Porto foi arrumar um armário e arrumei-o à Champions League”, explicou quem integrou a equipa técnica de Vítor Pereira e viveu, então, duas épocas especiais. “Na equipa do Vítor Pereira, era uma esponja que dormia pouco”, diz quem é um admirador confesso das qualidades do ex-técnico do Wolverhampton: “O Vítor Pereira marcou-me muito.”

Mas Vítor Pereira não é a única referência. A primeira, aliás, permitiu-lhe fazer um estágio no estrangeiro. E conhecer o ídolo foi especial. “José Mourinho recebeu-me como eu se calhar nunca vou conseguir receber um estagiário”, disse sobre o agora treinador do Benfica. Para quem foi sempre apaixonado pelo FC Porto, haveria de construir, então, uma ligação especial a alguém com passado de Benfica. “O Neno transformava a vida de quem estava à volta dele para melhor”, diz, sobre o antigo guarda-redes, um amigo que perdeu “poucos dias depois” de lhe fazer uma surpresa num evento especial.

“Hoje não se descobre nada no futebol, hoje escolhe-se”

Sobre o trabalho de scouting, o que tinha de fazer há 15 anos nada tem a ver com o que os olheiros fazem agora. “O trabalho de scouting hoje é muito mais facilitado”, explica, acrescentando: “Hoje não se descobre nada no futebol, hoje escolhe-se.”

A passagem pelo GD Chaves e Vitória SC, já como técnico-adjunto, deveu-se, então, a outra pessoa muito especial e inspiradora na carreira de treinador. “O Luís Castro está à frente em tudo”, admite.

“O golo do Kelvin foi indescritível”

Inevitável seria também a conversa sobre Jorge Nuno Pinto da Costa. “Quando percebi que se podia tornar meu familiar, a primeira coisa que fiz foi sair do FC Porto e procurar caminhos diferentes. […] E depois voltei”, refere. Foi também no Dragão que viveu um momento marcante. “O golo do Kelvin foi indescritível”, recorda, então, o agora técnico, na altura analista da equipa técnica de Vítor Pereira.

As experiências no Leixões, Académico de Viseu e Feirense, enquanto treinador principal, também foram abordadas sem complexos. “No Académico, faltou engrenar”, admite. Já sobre o Feirense, assumiu, então, “orgulho” pelo trabalho realizado em conjunto com os responsáveis do clube. E até contou a história rocambolesca em que teve de ‘fugir’ da Grécia para aceitar o convite do clube de Santa Maria da Feira. Uma aventura inesquecível.

“Nada desgastado, antes muito motivado”

Por fim, considerou, então, que, “no Torreense, o fim foi um bocadinho precipitado.” Mas diz estar “a torcer pelo sucesso do mister Luís Tralhão”. E avisa: “Não estou nada desgastado, antes muito motivado” para o próximo desafio que lhe surgir na carreira.

Estes assuntos e outros podem ser vistos numa conversa que está disponível a partir das 21h30 desta segunda-feira no Final Cut, ‘podcast’ da Sports Tailors, nas plataformas habituais (YouTube, Spotify e Apple Podcasts) e que conta com o apoio de Craques.pt.

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