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Temos Campeão de inverno, mas não campeão anunciado
13 janeiro

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Temos Campeão de inverno, mas não campeão anunciado

O Benfica termina a primeira volta da Liga BPI como campeão de inverno, mantendo-se invicto com 23 pontos em 27 possíveis, a equipa encarnada apresenta números consistentes que a colocam, de forma natural, como principal candidata ao título. Ainda assim, a classificação é clara: ainda está tudo em aberto. A Liga BPI confirma uma tendência que se tem vindo a afirmar nos últimos anos: o futebol feminino em Portugal está cada vez mais competitivo. A vantagem do Benfica existe, mas sem nunca inferiorizar as restantes equipas, que entram em campo sempre com ambição, qualidade e capacidade para discutir os resultados. O Sporting, segundo classificado, segue a cinco pontos da liderança e mostrou, na última jornada frente ao Racing Power, que sabe reagir nos momentos difíceis. A vitória por 3-2, depois de estar em desvantagem, mostra-nos uma equipa que não desiste e que continua determinada em recuperar um título que lhe tem escapado. Mas é no terceiro lugar que podemos ver a evolução da modalidade com o Torreense. A equipa da região Oeste tem vindo a afirmar-se como uma das forças da Liga BPI, sustentada num projeto sólido. Logo atrás aparece o Valadares Gaia, que volta a confirmar a sua presença entre as melhores, ultrapassando um nome histórico do futebol feminino nacional. O caso do SC Braga, atualmente no 7.º lugar, é de destacae. Campeão nacional no passado, o clube minhoto enfrenta agora um contexto muito mais exigente, onde o peso do escudo que carregam já não garante resultados. A posição na tabela reflete bem o crescimento global da Liga BPI e a redução das diferenças entre as equipas. Apesar da vantagem pontual e da invencibilidade, o Benfica que se prepare que a segunda volta não será fácil. Com equipas mais organizadas, mais confiantes e mais competitivas, todas as jornadas serão uma final. A Liga BPI deixou de ser previsível — e é precisamente isso que a torna mais interessante e mais justa. O futebol feminino em Portugal está a crescer. E todos os dias temos provas disso. A 24 de janeiro elas voltam a entrar em campo e a emoção também.

Carolina Rodrigues – liderança em campo e coragem a sair da zona de conforto
12 janeiro

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Carolina Rodrigues – liderança em campo e coragem a sair da zona de conforto

É hoje um dos nomes mais consistentes do basquetebol feminino português além-fronteiras. A base portuguesa de 1,70m, formada no rigor competitivo da Liga Feminina nacional, construiu, então, um percurso marcado pela evolução constante e a capacidade em afirmar-se em ligas estrangeiras cada vez mais exigentes. Natural de Portugal, Carolina Rodrigues iniciou o seu trajeto competitivo nas camadas jovens, dando rapidamente nas vistas pela inteligência de jogo, capacidade de decisão e fiabilidade no lançamento exterior. A consolidação surgiu ao serviço do Quinta dos Lombos, onde se afirmou como jogadora de rotação importante e, mais tarde, como peça do cinco inicial. Ao longo de várias épocas, foi somando minutos, responsabilidade e números, acompanhando esse crescimento com títulos e presenças regulares nas fases decisivas das competições nacionais. Carolina Rodrigues - liderança em campo e coragem a sair da zona de conforto. O passo seguinte levou-a, então, ao Sport Lisboa e Benfica, um dos contextos mais exigentes do país. De águia ao peito, Carolina consolidou o seu estatuto ao mais alto nível interno, participou em provas europeias e ganhou uma dimensão competitiva decisiva para o que viria a seguir: a internacionalização da carreira. Seleção Nacional e maturidade competitiva Paralelamente ao percurso nos clubes, Carolina Rodrigues construiu, então, uma presença regular nas seleções jovens de Portugal (U16, U18 e U20), culminando na integração na Seleção Nacional sénior. Em fases de qualificação e grandes competições internacionais, mostrou capacidade para responder sob pressão, assumindo um papel de equilíbrio entre organização ofensiva e intensidade defensiva. A decisão de partir: novos desafios além-fronteiras Com a carreira estabilizada em Portugal, Carolina tomou uma decisão determinante: procurar desafios fora do país. E a escolha revelou-se acertada. A primeira experiência relevante no estrangeiro surgiu, então, na Bélgica, ao serviço do Basket Namur Capitale. Onde se destacou como uma das bases mais produtivas da liga, somando prémios individuais e estatuto de líder de equipa. Seguiu-se, então, a Suíça. Primeiro no BCF Elfic Fribourg, contexto onde voltou a ser peça-chave, ajudando o clube a lutar por títulos e a marcar presença nas decisões da época. O rendimento consistente confirmou a sua capacidade de adaptação a diferentes estilos de jogo e culturas competitivas. Presente e futuro Na época 2025/26, Carolina Rodrigues abraçou um novo capítulo na Hungria, ao serviço do TARR KSC Szekszárd. Mantendo, então, a trajetória ascendente numa das ligas mais competitivas da Europa Central. Com experiência internacional acumulada, maturidade tática e liderança natural, a base portuguesa continua a elevar o nome do basquetebol nacional além-fronteiras. Mas mais do que números, o percurso de Carolina Rodrigues simboliza uma geração de atletas portuguesas que acredita no trabalho, na formação sólida e na ambição de competir ao mais alto nível europeu. Uma carreira construída passo a passo, com identidade própria, e que continua longe de estar concluída.

A Festa da Taça da AF Lisboa
10 janeiro

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A Festa da Taça da AF Lisboa

Disputaram-se, no passado fim-de-semana, os 16 Avos-de-final da Taça da Associação de Futebol Lisboa. O objetivo de todos os clubes é ver quem sucede ao Oriental. Para isso terão que marcar presença na final do dia 31 Maio de 2026. No Estádio das Seixas, na Malveira. Para já, nesta edição da Taça da Associação de Futebol de Lisboa, diria que a maior surpresa é o número de equipas da 1ª Divisão que já não estão em prova. Ou, se preferirem ao contrário, neste momento já só há seis equipas do principal campeonato da AF Lisboa que se mantêm na prova. Esta eliminatória não foi excepção e, mais uma vez, houve os chamados tomba-gigantes. O mesmo é dizer que houve a festa da Taça em alguns campos: algumas equipas de divisões inferiores eliminaram, então, equipas de divisões superiores. A Festa da Taça da AF Lisboa. Damaiense, Cascais e Leões Porto Salvo foram tomba-gigantes O SF Damaiense [foto em destaque] foi mesmo quem conseguiu a maior surpresa dos 16 avos-de-final. Já se sabia da dificuldade que o GS Loures iria encontrar na deslocação à Damaia, mas poucos esperavam que uma das sensações da 1ª Divisão ficasse pelo caminho na Taça frente a um adversário da 2ª Divisão. Contudo, aconteceu… Taça! Numa primeira parte de loucos, com o GS Loures a estar na frente por duas vezes, o Damaiense conseguiu, ainda assim, dar a cambalhota mesmo em cima do intervalo. Na 2ª Parte, o GS Loures conseguiu empatar, por Ruben Noque (78) e levar o jogo para o prolongamento. Aí, um golo deBruno Mané aos 97’ fez explodir a Damaia e apurou os Damaienses para os oitavos-de-final. Em Cascais, a equipa da casa, que lidera a Série 2 da 2ª Divisão da AF Lisboa, recebeu e venceu o Pêro Pinheiro, décimo quarto classificado da 1ª Divisão e a sofrer uma reformulação no plantel, agora com nova equipa técnica. Aqui, confesso que muitos já davam o favoritismo ao GDS Cascais, fruto dos objetivos que tem para a época e do investimento e condições de trabalho que o clube tem. E os verdes de Cascais confirmaram que, mesmo sendo da 2ª Divisão, têm equipa para se bater com qualquer uma da 1ª Divisão. Pelo que levaram de vencida o Pêro Pinheiro, agora orientado por Fábio Santos. GDS Cascais levou a melhor sobre o Pêro Pinheiro, por 1-0, golo de Tomás Reis Por último, os Leões de Porto Salvo, outra equipa invicta na 3ª Divisão, a ir a Lisboa vencer o Operário de Lisboa, que é sétimo classificado na Série 2 da 2ª Divisão. Também houve espaço para o lado negativo da eliminatória O Águias da Musgueira recebia o Carcavelos, mas o jogo acabou por não se realizar por falta de policiamento. Agora, o Conselho de Disciplina da AF Lisboa vai, então, apurar responsabilidades e decidir sobre este jogo. Sendo certo que a equipa do Carcavelos não tem responsabilidade no sucedido. E assim seguem para a próxima Eliminatória, os Oitavos de Final as seguintes equipas: Ass. Murteirense (1ª) UDR Santa Maria (1ª) Leões Porto Salvo (3ª) Sobreirense (3ª) CF Benfica (1ª) GD Vialonga (2ª) UA Povoense (1ª) GDS Cascais (2ª) SF Damaiense (2ª) MTBA (2ª) Real SC SAD (1ª) Coutada (2ª) Bobadelense (2ª) UD Ponte Frielas (2ª) Sacavenense (1ª) Águias Musgueira (3ª) ou Carcavelos (2ª) A próxima eliminatória da Taça Associação de Futebol de Lisboa realiza-se, então, no próximo dia 17 de fevereiro.

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