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A ‘chicotada’ no Brasileirão já tocou a três portugueses

A ‘chicotada’ no Brasileirão já tocou a três portugueses

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O campeonato brasileiro ainda só vai na 11ª jornada e já houve 8 trocas de cadeiras em 7 clubes. Entre os despedimentos, a tradicional chicotada psicológica já afetou três portugueses: Pedro Caixinha (Santos) e Pepa e António Oliveira (ambos do Sport Recife).

O Brasileirão é conhecido pela sua instabilidade, tanto a nível de jogadores como de treinadores… e até direções. Em 2025, esse dado continua a confirmar-se. Com apenas 11 jornadas disputadas, 7 equipas já trocaram de treinador e uma delas fê-lo duas vezes, ‘atingindo’ dois portugueses: Sport Recife. Pedro Caixinha (Santos), Pepa (Sport Recife) e António Oliveira (Sport Recife) foram os técnicos portugueses que sofreram na pele esta instabilidade na Série A do Brasileirão. Treinar no Brasileirão é, então, sinónimo de ter sempre as malas feitas para sair do clube onde se está. A ‘chicotada’ no Brasileirão já tocou a três portugueses.

Pedro Caixinha falhou logo no Paulistão

Caixinha teve Neymar mas não conseguiu mostrar resultados

O técnico natural de Beja entrou no ‘Peixe’ no início da temporada e, por isso, comandou a equipa de Neymar durante o Paulistão. No total, Caixinha disputou 13 jogos do campeonato estadual e chegou até às meias-finais. Aí acabou derrotado pelo Corinthians, que viria a sagrar-se campeão paulista. No total, o Santos somou 6 vitórias e 2 empates e sofreu 5 derrotas.

O clube recém-promovido só teve Pedro Caixinha ao comando nas primeiras três jornadas do Brasileirão. Os jogos frente ao Vasco da Gama, Bahia e Fluminense terminaram sem os 3 pontos para a equipa da Vila Belmiro. O Peixe só somou um ponto, fruto de 1 empate e 2 derrotas. No total foram 16 jogos, com 6 vitórias, 3 empates e 7 derrotas.

Pepa não sobreviveu ao Brasileirão

Pepa ganhou o Pernambucano mas tremeu no Brasileirão

A equipa de Pernambuco começou o ano de 2025 com o mesmo treinador que garantiu a subida à Série A do Brasil: Pepa. A pré-temporada arrancou com o campeonato estadual de Pernambuco e a Copa do Nordeste. O título pernambucano não fugiu à equipa da Ilha do Retiro, que se sagrou campeã frente ao Retrô. No Pernambucano, Pepa venceu 8 jogos e perdeu 3.

A Copa do Nordeste ainda está na fase de grupos, mas Pepa participou, então, em 6 jogos: ganhou 4 e perdeu 2. Já na Taça do Brasil, o Sport só fez um jogo e acabou eliminado, nas grandes penalidades, frente ao CEOV Operário.

No Brasileirão a história foi diferente. Mesmo tendo durado mais tempo do que Pedro Caixinha, Pepa apresentou, ainda assim, um registo pior. Foram 7 jornadas onde empatou 2 e perdeu 5. No total foram 25 jogos, divididos em 4 competições. Somou, então 12 vitórias e 2 empates e sofreu 11 derrotas.

António Oliveira foi vítima da impaciência

António Oliveira ‘aguentou’ apenas quatro jogos

Do trio de treinadores já despedidos, António Oliveira foi o que se manteve menos tempo. Prova da impaciência dos dirigentes brasileiros, o substituto de Pepa orientou, então, a equipa em quatro jornadas.

Na sequência dos maus resultados da equipa, o treinador de 42 anos não conseguiu inverter o rumo de resultados: perdeu três jogos e empatou um. O primeiro jogo foi a 11 de maio e o último a 1 de junho.

Os restantes treinadores portugueses a disputar o Brasileirão estão, então, nos primeiros seis lugares da classificação. São eles, Leonardo Jardim (em 2º lugar, com o Cruzeiro), Abel Ferreira (em 4º lugar, com o Palmeiras) e Renato Paiva (em 6º lugar, com o Botafogo).

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