
Nascido em Coimbra, Afonso Luís está ciente da história que o pai escreveu enquanto jogador da Académica e do irmão no Sporting, que agora joga no Panetolikos, da Grécia. Com o sonho de chegar a esses patamares, é realista quanto ao futuro: “Quando era mais novo, gostava de jogar em grandes clubes, mas neste momento com a faculdade e com o trabalho, é ano a ano. Só penso mesmo na subida com o Aguinense”, revela, numa entrevista exclusiva ao Craques.
“Quando era mais novo”, Afonso Luís começou por dar os primeiros pontapés na bola, precisamente, em Coimbra. Primeiro no Vigor da Mocidade, depois no Pedrulhense, mas a família mudou-se para perto da capital, na margem sul. E enquanto o irmão jogava no Sporting, o jovem avançado traçava o seu próprio caminho.

E a evolução foi notória. Ainda muito novo jogou no ACDC e no Charneca da Caparica, mas rapidamente chegou ao Amora, onde foi destaque com muitos golos e assistências. Aos 15 anos ‘deu o salto’ e jogou no Campeonato Nacional de Juvenis, ao serviço do Cova da Piedade.
Mais tarde, Afonso ainda se mudou para o Barreirense, mas, ao fim de uma temporada, voltou com a família para Coimbra. Ainda manteve o sonho vivo quando foi convidado para jogar no Anadia, mas, apesar disso, já vinha com outro objetivo: “Vim estudar para Coimbra. E desde que entrei na faculdade vim para o Anadia e tenho conseguido conciliar as três coisas: trabalhar, estudar e jogar futebol”, revelou o jovem avançado.
Na primeira temporada enquanto sénior, em 2023/2024, no Vila Nova de Monsarros, as coisas correram bem e Afonso recorda como algo especial. “Jogar no Vila Nova não foi um acaso. Eu sou de lá, é a terra dos meus avós e quando tive a oportunidade de conseguir jogar pela terra de onde sou, interessou-me como é obvio” explicou.

Mas, logo depois, conta como foi difícil a sua passagem no clube até chegar ao Aguinense: “Na segunda época, os resultados não foram aparecendo logo no início, o que tornou tudo mais difícil. Depois, houve alguns problemas pessoais e futebolísticos com gente dentro do clube”, justificou.
Na mesma época, ainda foi para o Mealhada, mas acabou por não correr muito bem a nível individual. “Integrei-me no grupo, não joguei o que gostava de jogar, mas era um grupo muito competitivo e no fim acabamos por conseguir o objetivo da manutenção”, desvendou.
Finalmente, chegou ao Aguinense, esta temporada, para jogar na segunda divisão distrital de Aveiro, e o clube já ocupa o primeiro lugar. “Quando se vai para uma equipa que quer subir é sempre diferente. Por isso, podemos ver desse ponto vista. Foi um passo atrás, visto que a divisão é uma a baixo. Mas é como se diz: dar um passo atrás, para dar dois à frente”.

E, apesar de partilhar o sonho de jogar nos altos patamares, como o pai e o irmão, revela que no futebol “é preciso ter sorte e tenho que concordar a 100% com isso, mas olhando para trás acho que dependeu de mim. Nós somos aquilo que fazemos, por isso, se calhar às vezes treinar mais e melhor são coisas que ficam para trás” afirmou o jovem avançado.
Agora, Afonso relembra os momentos do pai como jogador pelas cassetes, acompanha o irmão da televisão e, sempre que pode, vai visitá-lo. Com muitos objetivos por cumprir, está focado em acabar os estudos e levar o futebol como um passatempo: “O futebol não é uma obrigação, é um hobby, por isso é sempre mais fácil conciliar tudo”. Com algo sempre em mente. “Fazer golos é sempre importante, como é obvio” rematou o jogador, em entrevista exclusiva ao Craques.
Afonso Luís completa o trio da família: “O meu irmão e o meu pai são as minhas maiores referências”

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