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“O clube é a minha casa”: A história de José Rodrigues no basquetebol do CD Póvoa

“O clube é a minha casa”: A história de José Rodrigues no basquetebol do CD Póvoa

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O começo da carreira aconteceu em 1980 no CD Póvoa, e José Rodrigues construiu muito mais do que uma carreira no basquetebol. O atual treinador da equipa sénior assume que o clube é “uma extensão da minha casa” e garante que a ligação vai além da função que desempenha. “Não me vejo a fazer outra coisa que não seja treinar basquetebol”.

José Rodrigues é, pois, uma das figuras mais marcantes do basquetebol do CD Póvoa. Começou ainda jovem, numa altura em que a falta de treinadores levava os atletas mais comprometidos a assumir novas funções, e acompanhou de perto a profunda evolução da modalidade, do jogo mais estático do passado à atual exigência física, tática e estratégica.

A ligação de José Rodrigues com o CD Póvoa dura desde 1980

Uma vida no CD Póvoa

A ligação de José Rodrigues ao Clube Desportivo da Póvoa começou, então, quando tinha 15 anos e tornou-se indissociável da sua identidade.

O clube foi o espaço onde cresceu, criou laços pessoais e construiu o seu percurso no basquetebol, assumindo desde cedo responsabilidades além de atleta. “O clube passou a ser uma extensão da minha casa”, afirma, sublinhando uma ligação que ultrapassa o plano desportivo.

Ao longo dos anos manteve-se ligado à mesma estrutura, ajudando a consolidar uma cultura baseada na continuidade e no compromisso.

José Rodrigues é treinador desde os 15 anos

Um jogo em constante transformação

Com o passar de quatro décadas, José Rodrigues assistiu, pois, a profundas mudanças no basquetebol, tanto a nível coletivo como individual. “O basquetebol muda todos os anos”, resume, apontando a evolução física, a velocidade de decisão e as exigências táticas como fatores determinantes.

Se antes era possível competir com poucos jogadores, hoje a realidade é diferente. “Neste momento, é impossível jogar-se com menos de dez jogadores”, explica, destacando a complexidade atual do jogo.

Exigência redobrada

Treinar os próprios filhos é um desafio que José Rodrigues conhece bem e que faz parte do seu percurso há vários anos. A gestão do balneário exige uma atenção especial e um nível de exigência superior, algo que o próprio assume sem rodeios. “É pior para eles”, confessa.

José adiciona, ainda, que voltar a treinar o CD Póvoa e os filhos foi, então, uma promessa de longa data. “Foi uma promessa familiar, andei muitos anos fora e quando voltei disse-lhes que ia treinar um ano, mal sabendo que ia ficar pelo menos sete anos com eles.”

José Rodrigues treina os dois filhos no CD Póvoa há sete anos

Continuidade no basquetebol

Apesar da longa carreira, José Rodrigues não estabelece prazos para terminar a sua ligação ao desporto. Enquanto se sentir capaz, a vontade mantém-se intacta. “Não me vejo a fazer outra coisa que não seja treinar basquetebol”, afirma.

Além disso, garante que a continuidade depende, sobretudo, da utilidade que ainda possa ter no clube. “Enquanto o Clube Desportivo da Póvoa entender que eu posso ser útil, por cá ficarei”, conclui.

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