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José Azevedo: “O João Almeida já é um dos corredores do pelotão mundial”

José Azevedo: “O João Almeida já é um dos corredores do pelotão mundial”

José Azevedo: “O João Almeida já é um dos corredores do pelotão mundial”

CraquesCraques|

A vitória de João Almeida na Volta ao País Basco já “não pode deixar ninguém surpreendido”, segundo o antigo ciclista José Azevedo. O agora proprietário da equipa Kyklos Sport explica que Almeida “ganhou estatuto por mérito próprio”.

João Almeida ganhou a Volta em Bicicleta ao País Basco e continua a cimentar a sua posição no ciclismo mundial. Considerado por muitos já um corredor de primeira linha, o português viu a União Cliclista Internacional atualizar esta terça-feira os diversos rankings da modalidade. “O João Almeida já é um dos melhores corredores do pelotão mundial”, revela o antigo ciclista português José Azevedo ao Craques.pt.

É na tabela das provas por etapas que João Almeida regista a sua melhor posição: subiu de 5.º para 3.º lugar, estando agora apenas atrás de Primoz Roglic (Red Bull) e do colega Tadej Pogacar, o qual lidera também o ranking mundial. Tudo isto não é mais do que o resultado do crescimento do ciclista natural das Caldas da Rainha.

“O João tem vindo a afirmar-se com o passar dos anos. Estas vitórias já não podem deixar ninguém surpreendido, pois é algo que começa a ser natural. Ganhou estatuto por mérito próprio e vai conquistando provas que o vão engrandecendo”, explica o proprietário da equipa Kyklos Sport.

João Almeida foi o grande vencedor da Volta em Bicicleta ao País Basco

E prevê, então, o que será, cada vez mais, uma realidade. “Há um trio muito forte no ciclismo de hoje: Pogacar, Vingegaard e Evenepoel. Mas depois há um segundo lote, onde já está o João Almeida. Já não tem nada a provar e basta o Pogacar não estar numa grande Volta e liderar ele a equipa para ser ele a ganhá-la.”

Entre o lote de favoritos

Primeiro ciclista português a subir ao pódio do Giro d’Italia, em 2023, João Almeida já tem “de estar entre o lote de favoritos” numa grande prova. “Pelo estatuto que construiu, não faz sentido não estar. Agora, sabemos que ganhar uma prova dessa magnitude é complicado, sobretudo se estiverem lá os pesos mais pesados do ciclismo. Mas ele pode lá chegar”, avisa José Azevedo.

O “Duro das Caldas” até chegou a liderar a Volta a Itália durante 15 dias, na edição de 2020, em que ganhou a terceira etapa. Ainda assim, o 4º lugar em 2020 e o 3º lugar em 2022 confirmaram-no como o melhor português no Giro, batendo precisamente José Azevedo, que alcançara o 5º lugar em 2001.

Uma braçadeira diferente no Caldas

Quando vestiu a mítica camisola rosa no Giro d’Italia, em 2020, João Almeida foi alvo de uma homenagem por parte do Caldas Sport Club. O clube decidiu pintar a braçadeira de capitão de equipa de rosa, utilizada depois pelo central e capitão Thomas Militão. “A ideia não surgiu de mim, mas dos responsáveis do clube. Porque o João é de A-dos-Francos (Caldas da Rainha) e esta zona está a viver isto com muita emoção, intensidade e quer apoiar o João. Foi a forma que o clube encontrou de o homenagear e lhe dar força para que continue a fazer história”, disse, então, o defesa à Lusa.

Curiosamente, João Almeida ainda chegou a experimentar o futebol na infância, tendo chegado a jogar como defesa nas camadas jovens do Grupo Desportivo A-dos-Francos. Mas a paixão pelo futebol foi efémera ao contrário do amor ao ciclismo.

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