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A dança das cadeiras continua no Brasileirão

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O Brasileirão já registou 13 chicotadas psicológicas em apenas… 17 jornadas. Já doze clubes mudaram de comando técnico, situação que reforça a instabilidade habitual do futebol brasileiro. Entre os demitidos, quatro portugueses perderam os seus cargos, e há três que ainda se mantêm seguros. Renato Paiva foi despedido e já tem novo clube.

A rotatividade excessiva de treinadores tornou-se uma marca do futebol brasileiro, refletindo a pressão constante por resultados imediatos. O cenário atual supera os padrões habituais de instabilidade, com uma média superior a uma demissão por jornada disputada. A presença significativa de técnicos portugueses tanto entre os demitidos como entre os que resistem demonstra a confiança dos clubes na escola lusa. O Juventude foi o último a juntar-se a esta lista, pois demitiu o treinador Claudio Tencati. A dança das cadeiras continua no Brasileirão.

Portugueses na linha de fogo

Quatro técnicos portugueses já perderam os seus empregos nesta edição. Renato Paiva deixou o Botafogo, clube que comandou na conquista ao título de 2024, e entretanto já assumiu o Fortaleza. Também Pedro Caixinha não resistiu no Santos de Neymar, enquanto o Sport já dispensou dois treinadores portugueses: primeiro foi Pepa e depois António Oliveira.

Paiva assinou pelo Fortaleza após ser demitido do Botafogo

Esta rotatividade contrasta, então, com a estabilidade de outros compatriotas. Abel Ferreira mantém-se sólido no Palmeiras, onde já conquistou múltiplos títulos, enquanto Leonardo Jardim arrancou muito bem no Cruzeiro e tem mantido o clube nos lugares cimeiros da classificação.

Instabilidade generalizada

Os números do Brasileirão refletem uma tendência preocupante em relação à falta de paciência dos dirigentes dos clubes brasileiros. Com 13 despedimentos em 17 jornadas, a competição caminha para superar recordes de instabilidade técnica. A constante mudança de treinadores impede a implementação de filosofias consistentes e afeta o rendimento das equipas, colocando em causa a sustentabilidade dos projetos desportivos.

Abel Ferreira tem vivido época intermitente mas mantém-se firme no Palmeiras

Os únicos clubes que ainda não mudaram de treinador nesta edição do Brasileirão até hoje, 31 de julho de 2025, são, então, o Atlético Mineiro (Cuca), Bahia (Rogério Ceni), RB Bragantino (Fernando Seabra), Ceará (Léo Conde), Cruzeiro (Leonardo Jardim), Flamengo (Filipe Luís), Internacional (Roger Machado), Mirassol (Rafael Guanaes) e Palmeiras (Abel Ferreira). Quem sabe se quando estiver a leste este artigo estes dados já não sejam os atuais…

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