
Craques|Nascido nos Estados Unidos, Michael Cardo viveu lá até aos 15 anos, jogando ao mais alto nível juvenil com o FC Westchester. A mudança para Portugal foi crucial, impulsionada por uma ambição clara. “O meu sonho desde miúdo foi jogar futebol na Europa, mais especificamente em Portugal”, revela Cardo, destacando a oportunidade de captações no Boavista.

A chegada de Michael Cardo a Portugal foi um misto de esperança e desafios. A espera pelo ‘cartão de jogador’ no Boavista e a pandemia da COVID-19 impediram-no de jogar a nível federado no clube axadrezado. Contudo, a sua perseverança levou-o ao Padroense, clube fundamental na sua formação.
“O Padroense foi muito importante na minha carreira. Cheguei para jogar nos sub-18 e ajudaram-me a evoluir imenso como jogador e como pessoa. É um clube incrível”, afirma. No Padroense, após transição de defesa-central para ponta-de-lança, subiu à equipa sénior e ainda jogou pelo Gil Vicente na Liga Revelação.

No entanto, uma lesão grave – tíbia partida – afastou-o por meses, limitando a sua participação a poucos jogos nessa temporada. Apesar dos contratempos, a experiência em Portugal moldou o seu caráter e visão do futebol.
A transição para o futebol irlandês surgiu através do seu agente, Arfan Rehman (CEO da Eyeconic Sports), que viu potencial em Cardo. “O Drogheda United foi o primeiro clube que tive oportunidade de fazer captações fora de Portugal e, além disso, consegui assinar o meu primeiro contrato profissional”, explica. A confiança do treinador Kevin Doherty foi decisiva: “Ele viu potencial em mim e pediu-me para assinar com o clube.”
A adaptação à Irlanda e ao seu futebol tem sido um processo de aprendizagem. Cardo descreve o país como “incrível, muito lindo, um bocado frio, mas nada de mais”. Reconhece as diferenças no estilo de jogo: “Tem sido um bocado difícil adaptar-me ao futebol irlandês, por ser muito diferente do de Portugal.” A cultura é distinta, mas o ambiente na equipa é um ponto forte. “Na minha opinião, os adeptos da nossa equipa são os melhores da liga, e até do país, por isso tive imensa sorte onde consegui ficar”, destaca. A fluência em inglês facilitou a integração, por ser a sua língua materna.

Um dos aspetos mais marcantes do futebol irlandês, segundo Cardo, é a intensidade e o foco no físico. “O físico é muito importante no futebol irlandês. Isto é, todo o físico, não só a força, mas a rapidez, a explosão e o cardio também é muito importante”, detalha. A competição é elevada, com “imensas equipas com muita qualidade”, resultando numa “intensidade de cada jogo incrível.”
Focado na Irlanda, Michael Cardo não esconde o desejo de regressar a Portugal para jogar profissionalmente. “Eu adoro Portugal e adorava jogar lá como profissional”, confessa. Representar um clube profissional em Portugal seria a concretização de um objetivo. “O meu foco está totalmente no Drogheda. Receberam-me muito bem e foi aqui que assinei o primeiro contrato profissional. Mas, mais para a frente, se algum dia tiver interesse de clubes da Primeira ou Segunda Liga seria incrível, porque está nos meus planos voltar a jogar em Portugal”, conclui, deixando a porta aberta para um futuro regresso.
Michael Cardo: “O meu sonho desde miúdo foi jogar na Europa”

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