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Lelê: "É um privilégio estar na final da Liga Placard"

Lelê: "É um privilégio estar na final da Liga Placard"

Lelê: “É um privilégio estar na final da Liga Placard”

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Gleiskelly, a guarda-redes brasileira do Santa Luzia, prepara-se para disputar a primeira final do campeonato português na história do clube. No caminho até à final, Lelê marcou quatro golos, um deles nas meias-finais, frente a um surpreendente Atlético CP que havia eliminado o Benfica nos quartos-de-final.

Quando o Santa Luzia contactou o empresário de Lelê, a guarda-redes brasileira revelou que apenas conhecia o campeonato português pelos “resultados e alguns jogos dos play-offs”. “Parecia ser um bom campeonato com jogos muito intensos”, disse. Na sua primeira experiência internacional, Lelê encontrou um nível competitivo “surpreendente”. “O campeonato português surpreendeu-me muito positivamente. Há jogos extremamente equilibrados, intensos e que nos obrigam a melhorar sempre”, confessa. E acrescenta Lelê: “É um privilégio estar na final da Liga Placard”.

A caminhada até à final

O percurso do Santa Luzia até à final do campeonato, onde vai defrontar o Nun’Álvares (1º jogo da final é hoje às 19h00), não foi isento de obstáculos. “Oscilámos em alguns momentos em que não podíamos. O que nos deixou, então, fora da final-four da Taça da Liga e da Taça de Portugal”, explica Lelê. No entanto, a equipa reagiu na segunda volta, realizando “uma campanha mais sólida” que as viria a colocar nos play-offs.

Formação às ordens de Rui Paulo vai disputar a sua primeira final do campeonato português

Nas meias-finais, o Santa Luzia eliminou o Atlético CP, que tinha afastado o heptacampeão Benfica. Para Lelê, que marcou um golo no último jogo dessa eliminatória, o mais importante foi o feito do clube: “O que tornou o momento mais especial foi o facto de ser histórico para o clube. Estar numa final da Liga Placard pela primeira vez.”

Na temporada regular, o Santa Luzia terminou, então, em quarto lugar e ganhou 11 jogos, empatou 4 e perdeu outras 7. No total das 22 jornadas, a equipa orientada por Rui Paulo somou 37 pontos, ficando apenas atrás de Benfica, Nun’Álvares e Leões Porto Salvo.

Um momento histórico para o clube

Apesar da dimensão do feito, a guarda-redes garante, então, que chegar à final “não traz” um peso adicional. “É um momento incrível para o clube e fico feliz por fazer parte dele. A equipa está apenas concentrada na final e em fazer bons jogos”, afirma Lelê. O Santa Luzia já superou as expectativas iniciais para a temporada, mas a ambição continua presente. “Dentro do que era expectável, o Santa Luzia já atingiu os objetivos pré-definidos. Nos jogos da final vamos desfrutar ao máximo, pois é um privilégio que poucas jogadoras têm… e agora tudo é possível”.

Equipa do Santa Luzia sabe que terá um teste difícil frente ao Nun’Álvares mas promete dar luta

É a primeira vez que o clube de Viana do Castelo chega tão longe na Liga Placard. Convém dizer que no próximo dia 10 de junho, o Santa Luzia cumpre, então, 30 anos de existência.

O desafio contra o Nun’Álvares

Pela frente, o Santa Luzia terá o Nun’Álvares. Lelê reconhece a qualidade do adversário: “O Nun’Álvares é uma grande equipa, muito experiente e habituada aos momentos decisivos. Sabemos que serão jogos muito difíceis e estamos a trabalhar para fazer grandes jogos.” Com quatro golos marcados esta temporada, Lelê tem sido fundamental na equipa, mesmo que a sua principal tarefa seja negar golos aos adversários. A sua experiência pode ser determinante para o desfecho da final, numa altura em que o Santa Luzia procura, então, escrever o capítulo mais glorioso da sua história.

O futuro e a seleção brasileira

Quando questionada sobre um possível regresso à seleção brasileira, Lelê mantém os pés assentes na terra. “Eu continuo a fazer o meu trabalho e procuro evoluir sempre. Se for para ser, acontecerá na hora certa”, afirma a guarda-redes, que vê no campeonato português uma plataforma de crescimento.

Lelê veria o regresso à seleção do Brasil com bons olhos

A adaptação a Portugal tem sido positiva, e Lelê acredita no potencial da modalidade em Portugal. “Acredito que o futsal português tem crescido muito e tem tudo para evoluir mais nos próximos anos”, conclui, então, a atleta, que agora se prepara para o momento mais importante da temporada.

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