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Cantona, do AD Esposende, põe fim ao jejum aos 96 minutos

Cantona, do AD Esposende, põe fim ao jejum aos 96 minutos

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O AD Esposende, da divisão mais alta da AF Braga, regressou às vitórias de forma dramática, quebrando um jejum de três jogos sem marcar, com um golo de Cantona aos 96 minutos contra o CD Celeirós. O herói da partida, que carrega uma alcunha lendária desde a escola primária, revela os bastidores de uma exibição difícil e a emoção do golpe final.

A partida contra o CD Celeirós, a contar para a 15.ª jornada da AF Braga Liga bigONE Pró-Nacional, não estava a correr de feição para o Esposende, que procurava terminar uma série de resultados menos positivos.

Foi preciso recorrer ao banco e a uma inspiração tardia para desbloquear o marcador e garantir o triunfo no último suspiro, com um golaço. Em entrevista exclusiva ao Craques.pt, o avançado Pedro Sousa, conhecido como Cantona, falou sobre o grande momento da última jornada.

Cantona ingressou no Esposende a meio da última temporada

A origem da alcunha

A alcunha “Cantona” acompanha o jogador do Esposende desde tenra idade. Uma herança curiosa que remonta aos tempos da escola primária. O jogador explica que a origem não está ligada a um lance de génio, mas sim a um pormenor de vestuário: “A alcunha surgiu ainda na escola primária. Eu usava camisolas de gola alta por causa do frio, e alguém viu-me a jogar à bola assim e lembrou-se de colocar essa alcunha, que dura até hoje.”

A missão em campo

O jogo em si, frente ao Celeirós estava a ser um desafio para a equipa, que não conseguia impor o seu ritmo. “Não foi das nossas melhores exibições esta época. A equipa estava a lutar, mas as coisas não estavam a correr bem”, confessa. Ao entrar em campo, a missão era clara e focada na mudança de paradigma: “Refrescar a equipa e procurar algo diferente do que estava a ser feito até ali.”

O golo (in)esperado

O golo da vitória do Esposende, frente ao Celeirós, aos 96 minutos, marcado por Cantona

O momento do golo, aos 96 minutos, foi tão caótico quanto decisivo. Cantona descreve o lance com humildade, admitindo que a sorte desempenhou um papel crucial na forma como a bola lhe chegou aos pés. O golo que valeu a vitória começou com um toque inesperado: “Acabo por ter alguma sorte na forma como a bola fica ali perto. Na disputa aérea, a bola bate-me na nuca e fica ali meia perdida.”

A partir desse momento, a decisão foi instintiva e rápida, dada a pressão do tempo e do espaço. “Só pensei em dominar rápido e chutar, porque tinha pouco tempo e espaço. Acabei por ser feliz, porque penso que ninguém estava a contar com o remate.”

O Esposende não ganhava, e nem marcava, há três jogos

O fim do jejum

A vitória dramática teve um sabor especial, pois pôs fim a uma sequência de três jogos sem vencer e sem marcar qualquer golo. Cantona vê este resultado como um reconhecimento merecido pelo esforço contínuo da equipa, apesar dos contratempos recentes. “Acho que o nosso percurso está a ser brilhante até ao momento. Esses três jogos foram um pouco ingratos, porque podíamos ter marcado e pontuado em todos eles”, afirma.

Para o avançado, o golo no último minuto foi a recompensa pela resiliência do grupo: “Terminar essa sequência aos 96 minutos acho que foi um prémio bonito e justo para toda a equipa, porque três jogos sem ganhar e sem marcar não é fácil, mas a equipa manteve-se firme a procurar voltar aos bons resultados.”

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