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Estrela da Amadora encontrou mina de ouro em Itália

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Estrela da Amadora encontrou mina de ouro em Itália

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Venda do médio Oumar NGom ao Lecce foi a quarta em um ano e meio. No total, todas renderam mais de 8 milhões de euros aos cofres tricolores. “O Oumar era o meu Hjulmand, claramente”, lamentou o técnico João Nuno, em declarações ao Canal 11.

O Estrela da Amadora tem-se destacado nas últimas janelas de mercado por ser um clube vendedor. Através do potenciamento de jogadores jovens na primeira equipa dos tricolores, os responsáveis do clube estrelista têm conseguido realizar encaixes financeiros bastante apreciáveis. E se observarmos que tipo de movimentos têm sido feitos, saltam, desde logo à vista, os negócios feitos com o Lecce, de Itália. Depois da venda do central Kialonda Gaspar no verão de 2024, seguiram-se outras duas no mercado de inverno, em 2025, com as saídas de Tiago Gabriel, outro central, e do lateral-direito Danilo Veiga. Este mês, os negócios com o Lecce tiveram o 4º capítulo, com a transferência do médio Oumar Ngom para o mesmo clube. Estrela da Amadora encontrou mina de ouro em Itália.

Ao todo, as transações destes quatro futebolistas renderam aos cofres do Estrela da Amadora qualquer coisa como 8,25 milhões de euros. Um valor bastante assinalável, e que tem permitido, juntamente com outras vendas de destaque, que o clube da Reboleira possa respirar financeiramente de outra forma. E dispor, igualmente, de outro fulgor para poder reinvestir na equipa que agora é treinada por João Nuno, ex-técnico do Belenenses, que sucedeu, então, no cargo a José Faria.

Kialonda Gaspar foi o primeiro a trocar a Reboleira pelo Lecce

Potenciar novos craques

O Estrela tem, por isso, conseguido potenciar vários jovens jogadores na sua equipa e, com isso, realizar avultados encaixes. Esta ligação ao Lecce tornou-se, então, muito frequente. E o técnico já se queixou por ter perdido Oumar Ngom. “Digo o mesmo de quando falei do Sidny. Fico triste por perdê-los, tenho de ser sincero, porque quero os melhores jogadores e o Oumar era uma peça fundamental. Para quem não tem tanto conhecimento, era o meu Hjulmand, o meu ‘6’, claramente. Até agora era o jogador com mais recuperações de bola na 1.ª Liga, era um jogador muito importante no nosso meio-campo, na parte defensiva e nos equilíbrios que dava à equipa”, referiu ao Canal 11, numa recente entrevista.

Mas a capacidade de venda do Estrela não se esgota na mina de ouro italiana. Jogadores como Igor Jesus (Los Angeles FC), Sidny Cabral (Benfica), André Luiz (Rio Ave) que é agora muito cobiçado pelo Benfica, e ainda Chico Banza (Zamalek) permitiram encaixes financeiros avultados para o Estrela.

Danilo Veiga e Tiago Gabriel também rumaram a Itália

E a tendência é que assim se mantenha. Até porque o clube liderado por Paulo Lopo ganhou, então, outra força na hora de atacar o mercado. E muito se deve, naturalmente, a esses encaixes. Contratações na ordem do 1M€ de euros eram, até há bem pouco tempo, impensáveis para o Estrela. Mas chegaram recentemente à Reboleira jogadores como Ianis Stoica (1,3M€) ou Jovane Cabral (800 mil euros) por valores dessa dimensão. A mina de ouro também se transforma, às tantas, numa bola de neve. Que importa saber sempre controlar. A bem de acautelar o futuro.

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