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Salomón Rondón renasce após o Mundial de Clubes

Salomón Rondón renasce após o Mundial de Clubes

Salomón Rondón renasce após o Mundial de Clubes

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O avançado, de 35 anos, atuou pelo Pachuca no Mundial de Clubes e, depois da eliminação, assinou, então, pelo Real Oviedo, recém-promovido. Depois da fase de grupos da prova, o experiente goleador venezuelano vai voltar à elite europeia dois anos e meio depois.

Nem todos os jogadores se conseguiram valorizar no Mundial de Clubes, mas Salomón Rondón é um dos que aproveitou da melhor forma a competição da FIFA. O avançado venezuelano, de 35 anos, está de volta à Europa, depois de ter deixado o Everton em janeiro de 2023. Rondón assinou pelo Real Oviedo, clube que está de regresso à Liga espanhola e pertence ao mesmo grupo proprietário do Pachuca, clube mexicano onde alinhou no último ano e meio. Salomón Rondón renasce após o Mundial de Clubes.

Trocas estratégicas no Grupo Pachuca

A transferência de Rondón não é um ato isolado. Faz parte de um plano mais amplo de movimentações internas entre os clubes do Grupo Pachuca. O grupo mexicano, com influência no futebol internacional, é gerido por Jesús Martínez Patiño e está a promover trocas de avançados entre as suas equipas com o objetivo de alinhar necessidades desportivas e potenciar ativos.

Viñas, Rondón e Cádiz vão trocar de clube neste defeso mas dentro do Grupo Pachuca

No mesmo pacote de mudanças, Jhonder Cádiz, avançado do Club León, que passou recentemente pelo Famalicão, segue para o Pachuca para colmatar Rondón. Já Federico Viñas irá regressar aos mexicanos do Club León, depois do empréstimo ao Real Oviedo. O Grupo Pachuca integra seis clubes: os mexicanos Pachuca, Club Leon e Coyotes de Tlaxcala, o chileno Everton, o uruguaio Atlético Atenas de San Carlos e ainda o espanhol Real Oviedo.

Oviedo ganha experiência no ataque

A chegada de Rondón representa, então, um reforço de peso para o Real Oviedo. O clube acabou de garantir o regresso à primeira divisão espanhola e aposta em jogadores com rodagem europeia para consolidar-se na elite. Com passagens pelo Málaga, Newcastle, West Bromwich, Zenit ou Everton, Salomón Rondón traz liderança, físico e experiência.

Apesar da idade, o venezuelano mostrou, então, no México que continua competitivo. No Mundial de Clubes, destacou-se pela presença na área e capacidade de finalização, o que reforçou o seu valor dentro da estrutura do Grupo Pachuca. Desta forma, o Oviedo, que já conta com o veterano Cazorla, de 40 anos, promove o reencontro deste com Rondón. Ambos jogaram, então, no Málaga em 2011/12.

Cazorla e Rondón foram colegas de equipa no Málaga e reencontram-se no Oviedo 13 anos depois

Impacto além das quatro linhas

Para além do rendimento em campo, a contratação de Rondón tem um peso simbólico e comercial. O Real Oviedo, clube histórico que regressa à La Liga 24 anos depois, ganha, então, visibilidade com um nome conhecido internacionalmente, especialmente na América Latina.

Este tipo de transferências tem sido uma prática recorrente entre os clubes do grupo, que procura tirar partido das suas sinergias para que os clubes possam competir melhor a nível desportivo e financeiro.

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